9 de abril de 2013

As fases de um exame laboratorial.

Olá amigos que curtem o blog da Patologia Clínica. Hoje, em rápidas palavras, vou falar um pouco sobre as fases de um exame laboratorial. ... thumbnail 1 summary
Olá amigos que curtem o blog da Patologia Clínica. Hoje, em rápidas palavras, vou falar um pouco sobre as fases de um exame laboratorial. Nós sabemos da importância que um laudo clínico tem na vida do paciente. Pesquisas indicam que os exames realizados dentro do laboratório de análises clínicas chegam a influenciar em até 70% na decisão médica.
Pense no seguinte: Um paciente para ser internado faz exames laboratoriais e nenhum tratamento terapêutico é feito durante a internação sem os mesmos. Na hora da alta, lá estão os laudos presentes para indicar a situação do paciente e se ele pode ou não ser liberado.
Sabendo de sua importância nos dias atuais, muitos laboratórios buscam diminuir as margens de erros dos exames realizados. Para isso, participa de programas de controles de qualidade. E não existe qualidade sem enten-dermos as três fases de um exame: Pré-analítica, Analítica e pós-analítica.

 FASE PRÉ-ANALÍTICA,FASE ANALÍTICA E FASE PÓS ANALÍTICA.
AS FASES DE UM EXAME LABORATORIAL.

A pré-analítica é sem sombra de duvidas a maior influenciadora no resultado final e neste post, vamos falar um pouco sobre ela.
Todo o restante do processo depende das ações tomadas no início. Tudo começa na mesa do clínico, que ao ouvir a história clínica, este precisa utilizar sua experiência para requisitar os exames corretos. De nada adianta um paciente entrar com sintomas de dengue e o clínico pedir enzimas cardíacas. Imagine o paciente enfartando e o médico pedir um hemograma e um EAS?
Na fase pré-analítica serão também passado ao paciente toda informação sobre o preparo para os exames laboratoriais. Se necessário ou não de jejum, quando for coletar a urina, a forma que deve ser feita desprezando o primeiro jato, assepsia correta, etc.
Na fase pré-analítica está a grande vilã de muitos laudos analíticos: A coleta. Estudos comprovam que é na coleta que muitos erros são cometidos. Tempo de garroteamento, tubos errados, sangue insuficientes, falta de homogeneização, etc.
Muitos outros detalhes fazem parte da fase pré-analítica e prometo continuar esse assunto em breve e falar também das fases analítica e pós-analítica. Quer acompanhar as postagens e não perder nada? É simples: Inscreva-se por e-mail e siga as postagens do blog.
Até mais. 

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4 comentários

  1. NEM SEMPRE O LABORATÓRIO COLHE O SENGUE E ISSO IMPEDE UM CONTROLE, NÃO?

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  2. verdade Samuel. Por isso é importante o laboratório colher sua própria amostra. Abraço.

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